Dieta fat flush: dieta publicada no livro The Fat Flush Plan de Ann Louise Gittleman. Básicamente acelera o metabolismo, reduz a retenção de água e queima gordura. Possui também um programa de exercícios para seguir além de suplementos alimentares comercializados e indicados para a dieta. Composta de 3 fases. Na fase 1 se restringe alimentos e reduz o consumo calórico para 1200 kcal. Na segunda fase aumenta o consumo calórico para 1200 a 1500 e se mantém até que a pessoa adquira o peso ideal. Na fase 3 o consumo calórico se mantém em 1500 e é permitida a ingestão de derivados do leite e alguns carboidratos. O consumo calórico não pode ser igual para todos que fazem essa dieta, isso causaria problemas naqueles que são mais ativos que outros, além da prática de exercícios que é mencionada na dieta, a pessoa poderia se sentir sem animo no dia a dia.terça-feira, 2 de junho de 2009
Dietas 2
Continuamos com as apresentações de dietas no nosso blog. Hoje vamos apresentara diea fat flush.
Dieta fat flush: dieta publicada no livro The Fat Flush Plan de Ann Louise Gittleman. Básicamente acelera o metabolismo, reduz a retenção de água e queima gordura. Possui também um programa de exercícios para seguir além de suplementos alimentares comercializados e indicados para a dieta. Composta de 3 fases. Na fase 1 se restringe alimentos e reduz o consumo calórico para 1200 kcal. Na segunda fase aumenta o consumo calórico para 1200 a 1500 e se mantém até que a pessoa adquira o peso ideal. Na fase 3 o consumo calórico se mantém em 1500 e é permitida a ingestão de derivados do leite e alguns carboidratos. O consumo calórico não pode ser igual para todos que fazem essa dieta, isso causaria problemas naqueles que são mais ativos que outros, além da prática de exercícios que é mencionada na dieta, a pessoa poderia se sentir sem animo no dia a dia.
Dieta fat flush: dieta publicada no livro The Fat Flush Plan de Ann Louise Gittleman. Básicamente acelera o metabolismo, reduz a retenção de água e queima gordura. Possui também um programa de exercícios para seguir além de suplementos alimentares comercializados e indicados para a dieta. Composta de 3 fases. Na fase 1 se restringe alimentos e reduz o consumo calórico para 1200 kcal. Na segunda fase aumenta o consumo calórico para 1200 a 1500 e se mantém até que a pessoa adquira o peso ideal. Na fase 3 o consumo calórico se mantém em 1500 e é permitida a ingestão de derivados do leite e alguns carboidratos. O consumo calórico não pode ser igual para todos que fazem essa dieta, isso causaria problemas naqueles que são mais ativos que outros, além da prática de exercícios que é mencionada na dieta, a pessoa poderia se sentir sem animo no dia a dia.domingo, 31 de maio de 2009
Dietas 1
OI pessoal, vou começar uma serie de postagens que explicam algumas das dietas mais utilizadas. Explicarei como funcionam, mostrar os pontos positivos e negativos de cada uma. É importante desde já destacar a importância de procurar um nutricionista. Apesar de que todos somos iguais perante a constituição, existe diferenças no nosso organismo, as diferenças aumentam com a idade da pessoa, o sexo, a intensidade de atividades físicas. A dieta que o seu amigo faz não necessariamente servirá em você. Eu particularmente prefiro consultar um nutricionista para que ele planeje uma dieta adequada para que eu fique em forma. Bom esclarecido meu ponto de vista aqui vai a primeira dieta:
Dieta do tipo sanguíneos:
Desenvolvida pelo médico americano Peter D´Adamo, consiste em separar a alimentação de acordo com o tipo sanguíneos da pessoa. Nas pesquisas identificaram 3 fatores que influenciam na alimentação. Um fator é o gene linkage, outro fator é a lectina e o último é a reação dos alimentos com os anticorpos do sistema ABO. Segundo a dieta, as pessoas com tipo O ( evolutivamente o tipo sanguíneos mais antigo), tem o corpo desenvolvido para caçar e por tanto devem consumir mais carnes. O tipo sanguíneo A seriam cultivadores e praticavam a agricultura devendo evitar carnes vermelhas. As pessoas do grupo B correspondem a nômades com um sistema digestivo flexível e boa imunidade, é o único grupo que tolera bem o leite. E por fim o grupo AB o mais evoluído que poderia comer os alimentos do grupo A e do grupo B. Essa teoria se baseia na evolução.Uma observação que deve ser feita é que um indivíduo necessita comer vários tipos de alimento, sem restrição, porém com moderação.

Para maiores informações acesse:
http://www.medicinacomplementar.com.br/estrategia_nutrologia_dietagruposang.asp
sábado, 30 de maio de 2009
Obesidade e anormalidades cardiovasculares 2

Em muitos de nossos comentários sobre a obesidade afirmamos que um dos graves problemas que acompanham essa doença são as cardiopatias. Os cientistas parecem ter encontrado um elo que explicaria porque muitos obesos desenvolvem doenças cardiovasculares.
Para entender essa relação, devemos mencionar que o tecido adiposo, composto pelas células adiposas, tem uma característica especial, é um tecido que produz muitas substâncias reguladoras. Uma dessas substâncias é o angiotensinogênio que é modificado para formar angiotensina II. Esse peptídeo participa no sistema renina angiotensia (SRA) que controla a quantidade de sódio dentro do sistema circulatório e por tanto a pressão.
No estudo concluiu-se que havia uma relação entre o angiotensinogênio, a massa corporal e a pressão arterial. Concluiu-se também que o tecido adiposo visceral que predomina perto dos órgãos tem uma produção maior dos componentes do SRA, lenvando a afirmação de que a gordura armazenada no abdome constitui um fator de risco para a hipertensão.
Além da angiotensina II, outras adipocinas (substâncias produzidas pelos adipócitos) como o TNFα e a resistina também afetam a pressão do indivíduo.
Bibliografia:
Barroso e col; Tecido adiposo e hipertensão Arq Bras Cardiol, 2002; 78: 618-30
Para entender essa relação, devemos mencionar que o tecido adiposo, composto pelas células adiposas, tem uma característica especial, é um tecido que produz muitas substâncias reguladoras. Uma dessas substâncias é o angiotensinogênio que é modificado para formar angiotensina II. Esse peptídeo participa no sistema renina angiotensia (SRA) que controla a quantidade de sódio dentro do sistema circulatório e por tanto a pressão.
No estudo concluiu-se que havia uma relação entre o angiotensinogênio, a massa corporal e a pressão arterial. Concluiu-se também que o tecido adiposo visceral que predomina perto dos órgãos tem uma produção maior dos componentes do SRA, lenvando a afirmação de que a gordura armazenada no abdome constitui um fator de risco para a hipertensão.
Além da angiotensina II, outras adipocinas (substâncias produzidas pelos adipócitos) como o TNFα e a resistina também afetam a pressão do indivíduo.
Bibliografia:
Barroso e col; Tecido adiposo e hipertensão Arq Bras Cardiol, 2002; 78: 618-30
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Qual o papel da escola na luta contra a obesidade?

Bom primeiramente me desculpe por não ter postado antes, mas minha vida esta um pouco corrida. Agora uma pergunta vocês realizaram o teste do ministério da saúde que postei no link do meu ultimo texto? Espero que sim e tenho certeza que devem estar tentando se adequar ou manter o estilo de vida o mais saudável possível.
Meu colega Mario postou muita coisa relacionada à obesidade infantil, que realmente é uma questão seria a ser solucionada. Para demonstrar esse quadro cito os dados de um estudo português que provavelmente se aplica a realidade de nossas crianças de classe media e alta no Brasil.
De acordo com essa pesquisa 31% das crianças portuguesas em idade entre 7 a 9 anos apresentam excesso de peso ou obesidade. Sendo fruto de hábitos alimentares errados e sedentarismo. “A alimentação mediterrânea tradicional está a ser substituída por alimentos pré-confeccionados, de consumo rápido e com elevado teor calórico, ricos em ácidos gordos saturados e pobres em hidratos de carbono complexos 2,3. São alimentos largamente disponíveis, que aliam o gosto a uma imagem tentadora, freqüentemente publicitada nos meios de comunicação social.”
A situação descrita em Portugal certamente é análoga a nossa, havendo a substituição da alimentação tradicional por uma alimentação cada vez mais manufaturada e de baixo valor nutritivo e alto valor calórico. Quando associasse a essa realidade o sedentarismo, resulta nesse alarmante quadro de obesidade infantil.
Nesse sentido a escola deve ter um papel fundamental na luta contra essa epidemia. Buscando incluir na grade curricular temas relacionados à obesidade, à alimentação saudável e às praticas esportivas, garantindo assim a mudança de habito das jovens em idade escolar. Entretanto vale ressaltar que pouco adianta que as crianças adquiram esse conhecimento os pais se mobilizem para efetivar tal alimentação e haja espaços para a praticas de atividades físicas.
É certamente difícil vencer a batalha contra os meios de comunicação que incentivam as praticas pouco saudáveis que vem levando a esse assustador aumento da obesidade infantil. Mas estou convicto que os jovens de hoje, se devidamente bem informados estarão aptos a vencer o flagelo da obesidade.
Portanto esse recado é para os pais busquem descobrir e cobrar atitudes das escolas no sentido de combater a obesidade e garanta um ambiente aonde os conhecimentos adquiridos pelos jovens seja posto em pratica.
Bibliografia
EXCESSO DE PESO E OBESIDADE - Prevenção na Escola - Raquel COELHO, Sofia SOUSA, Maria José LARANJO, Ana Cristina MONTEIRO, Graciete BRAGANÇA, Helena CARREIRO
Cirurgia Bariátrica
A cirurgia bariátrica hoje em dia é muito utilizada e ao mesmo tempo causa controversias. Será realmente efetiva? Será perigosa? Como são realizadas?
Existem várias técnicas de cirurgia bariátrica. As técnicas não são escolhidas pelos pacientes, são escolhidas de acordo com o grau de obesidade de cada paciente analisando seu IMC e quantidade de caloria ingerida normalmente. Os 3 grandes grupos de técnicas são:
As técnicas restritivas: de fácil adaptação e fácil recuperação, porém com menor perda de peso. São aquelas tecnicas que diminuem o volume e limita a extensão do estomago.
As técnicas disabsortivas: o paciente perde bastante peso (40% do total), deve-se controlar para não ter disturbios nutricionais, consiste em fazer um desvio do trato para o intestino.
As técnicas mistas: como o nome já diz possui características das 2 técnicas anteriores. A mais conhecida técnica mista é o bypass gástrico.
As principais causas de mortalidade são (1):
• Deiscência, que é a abertura de um ponto nas suturas do estômago ou intestino, levando a saída de liquido para a cavidade abdominal, causando peritonite e septicemia (infecção generalizada). Isto pode levar o paciente a nova cirurgia, para reparar esta abertura, mas mesmo assim pode causar a morte.
• Embolia pulmonar (sangue coagulado nos pulmões) que é o "entupimento" de uma ou várias artérias que irrigam o pulmão, e algumas vezes pode levar o paciente a morte por insuficiência respiratória.
• Outras causas, bem menos comuns como: insuficiência respiratória, infarto do miocárdio, insuficiência renal e hemorragias também podem levar o paciente
Existem várias técnicas de cirurgia bariátrica. As técnicas não são escolhidas pelos pacientes, são escolhidas de acordo com o grau de obesidade de cada paciente analisando seu IMC e quantidade de caloria ingerida normalmente. Os 3 grandes grupos de técnicas são:
As técnicas restritivas: de fácil adaptação e fácil recuperação, porém com menor perda de peso. São aquelas tecnicas que diminuem o volume e limita a extensão do estomago.
As técnicas disabsortivas: o paciente perde bastante peso (40% do total), deve-se controlar para não ter disturbios nutricionais, consiste em fazer um desvio do trato para o intestino.
As técnicas mistas: como o nome já diz possui características das 2 técnicas anteriores. A mais conhecida técnica mista é o bypass gástrico.
As principais causas de mortalidade são (1):
• Deiscência, que é a abertura de um ponto nas suturas do estômago ou intestino, levando a saída de liquido para a cavidade abdominal, causando peritonite e septicemia (infecção generalizada). Isto pode levar o paciente a nova cirurgia, para reparar esta abertura, mas mesmo assim pode causar a morte.
• Embolia pulmonar (sangue coagulado nos pulmões) que é o "entupimento" de uma ou várias artérias que irrigam o pulmão, e algumas vezes pode levar o paciente a morte por insuficiência respiratória.
• Outras causas, bem menos comuns como: insuficiência respiratória, infarto do miocárdio, insuficiência renal e hemorragias também podem levar o paciente
A cirurgia bariatrica em adolescentes é aconselhavel?
Para o Dr. Joseph F Capella e Rafael F. Capella, é uma boa idade para fazer a cirurgia de redução do estômago. No seu artigo, eles explicam que a consequência física da obesidade durante a adolescência persiste e piora quando o individuo se torna adulto. Ele aponta não so para os inúmeros problemas fisiológicos, existe toda uma questão psicológica que afeta ao adolescente na sua relação com outros da sua idade.
Afirma ainda em seu trabalho que os tratamentos não cirurgicos são pouco efetivos; o mais adequado é a cirurgia bariátrica. Em seus estudos operou 19 adolescentes. Não houve mortes nem complicações levando a conclusão da eficiência desse procedimento.
Afirma ainda em seu trabalho que os tratamentos não cirurgicos são pouco efetivos; o mais adequado é a cirurgia bariátrica. Em seus estudos operou 19 adolescentes. Não houve mortes nem complicações levando a conclusão da eficiência desse procedimento.
Hoje em dia com o avanço da cirurgia não é necessario abrir o abdome para realizar a operação. A mesma é realizada através de videolaparoscopia, com pequenos cortes (orifícios) no abdome.
É importante ressaltar que: por mais que o Dr Joseph aconselhe a cirurgia bariátrica, continua sendo uma cirurgia, com todos os riscos cirúrgicos e pós-cirúrgicos. A cirurgia é apenas uma parte do tratamento. O paciente tem que se comprometer a seguir uma dieta balanceada antes da cirurgia e depois da cirurgia.
É importante ressaltar que: por mais que o Dr Joseph aconselhe a cirurgia bariátrica, continua sendo uma cirurgia, com todos os riscos cirúrgicos e pós-cirúrgicos. A cirurgia é apenas uma parte do tratamento. O paciente tem que se comprometer a seguir uma dieta balanceada antes da cirurgia e depois da cirurgia.
Referências:
Bariatric surgery in adolescence. Is this the best age to operate? ; Joseph F Capella; Rafael F. Capella
http://www.aobesidademorbida.com.br/default.asp (1)
Bariatric surgery in adolescence. Is this the best age to operate? ; Joseph F Capella; Rafael F. Capella
http://www.aobesidademorbida.com.br/default.asp (1)

esquema de orificios na cirurgia por videolaparoscopia
domingo, 24 de maio de 2009
Gordura Marrom
Ao contrário do Tecido Adiposo Branco,o Marrom é altamente vascularizado,possui alto número de mitocôndrias,e tem vários tecidos amielinizados que provocam estímulos simpáticos aos adipócitos.Suas células apresentam a Mitochandrial Uncoupling Protein (UCP1) que dá a mitocôndria a habilidade de inibir o fosforilação oxidativa, atuando diretamente na cadeia transportadora de elétrons.Em vez da energia ser transmitida para cadeia transportadora de elétrons ,e ser utilizada para formação de ATP,através da ATPsintase,essa energia é dissipada na forma de calor,ou seja ,essa enzima(UCP1) faz com que o organismo produza calor ao invés de armazenar energia.
Cientistas acreditavam que a gordura marrom era encontrada apenas em bebês, mas estudos mostraram que essa gordura persiste em pequenas quantidades em adultos,este pequeno deposito de gordura marrom é encontrado no pescoço e ao redor da clavícula, e ela esta mais presente nas mulheres, nos mais jovens e nas pessoas magras.Agora cientistas norte-americanos estão buscando forma de manipular este tipo de gordura para auxiliar no tratamento de pessoas obesas.
Referências Bibliográficas:
Agência Nacional de Amparo a Pesquisas do Estado de São Paulo.
Ao contrário do Tecido Adiposo Branco,o Marrom é altamente vascularizado,possui alto número de mitocôndrias,e tem vários tecidos amielinizados que provocam estímulos simpáticos aos adipócitos.Suas células apresentam a Mitochandrial Uncoupling Protein (UCP1) que dá a mitocôndria a habilidade de inibir o fosforilação oxidativa, atuando diretamente na cadeia transportadora de elétrons.Em vez da energia ser transmitida para cadeia transportadora de elétrons ,e ser utilizada para formação de ATP,através da ATPsintase,essa energia é dissipada na forma de calor,ou seja ,essa enzima(UCP1) faz com que o organismo produza calor ao invés de armazenar energia.
Cientistas acreditavam que a gordura marrom era encontrada apenas em bebês, mas estudos mostraram que essa gordura persiste em pequenas quantidades em adultos,este pequeno deposito de gordura marrom é encontrado no pescoço e ao redor da clavícula, e ela esta mais presente nas mulheres, nos mais jovens e nas pessoas magras.Agora cientistas norte-americanos estão buscando forma de manipular este tipo de gordura para auxiliar no tratamento de pessoas obesas.
Referências Bibliográficas:
Agência Nacional de Amparo a Pesquisas do Estado de São Paulo.
sábado, 23 de maio de 2009
Obesidade e anormalidades cardiovasculares
Apesar de controvérsias que por muito tempo persistiram, estudos mais recentes têm demonstrado uma clara relação entre excesso de adiposidade e aumento da mortalidade. Principalmente nos países industrializados, a obesidade tem se mostrado diretamente associada a algumas das principais causas de morte, como a doença cardíaca, certos tipos de câncer, acidente vascular cerebral e aterosclerose. De acordo com varios estudos, a mortalidade associada à obesidade decorre de lesões no sistema vascular. Essas lesões, que favorecem a ocorrência de eventos cardiovasculares, se devem ao fato da obesidade estar diretamente associada a condições tais como dislipidemia, diabetes e hipertensão arterial.
Em paises, como Estados Unidos, Inglaterra e Alemanha, assim como também no Brasil, a importância da obesidade como fator de risco para a ocorrência de doenças cardiovasculares tem se tornado cada vez mais evidente, uma vez que a obesidade vem aumentando a cada dia. Nos Estados Unidos, por exemplo, um terço da população adulta encontra-se acima do peso desejado e calcula-se que nos ultimos quinze anos a média de peso corporal dos adultos americanos aumentou em 3,5 Kg.
Em 1983, foi estabelecida a relação entre o grau de obesidade e a incidência de doença cardiovascular (DCV), através da publicação dos resultados da avaliação em 5.209 homens e mulheres que participaram do estudo de Framingham. Apesar desse estudo constatar que a obesidade se mostre como fator de risco independente para DVC, é importante ressaltar a existência da forte associação entre obesidade, dislipidemia, hipertensão arterial, intolerância à glicose e hipertrofia ventricular esquerda. Nesse mesmo estudo, apenas 8% e 18% das mulheres portadores de excesso de peso acima de 30% do peso ideal mostravam-se livres destes clássicos fatores de risco cardiovascular.
Outro estudo muito importante, chamado "Nurse's Study", evidencia o papel da obesidade na ocorrência de doença coronariana em mulheres.
Embora ainda não se encontrem resultados de estudos epidemológicos provando que o tratamento da obesidade reduz o risco de problemas cardiovasculares, não há dúvidas de que a redução de peso é determinante para combater os demais fatores de risco.
Bibliografia:
ZANELLA, Mria Teresa. Obesidade e anormalidades cardiovasculares. In: Obesidade. São Paulo: Lemos Editorial.
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